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Anabela Mota Ribeiro

David Ferreira (s/ D. Mourão Ferreira)

16.06.21
“Depois do sucesso do Um Amor Feliz vai ao Brasil e conta-me quando vem: “Tive um romance de amor, mas ela já morreu”. Ele nunca tinha lido a Clarice Lispector, ou tinha lido de passagem, e ficou tão fascinado que decidiu escrever um romance, que nunca escreveu: o (...)

Dolores Aveiro

16.06.21
Dolores Aveiro é a mãe de Cristiano Ronaldo, como toda a gente sabe. Tem uma história de pessoa humilíssima que sonhou o sonho de ser feliz. O discurso oscila entre o pungente e o cru. De uma violência de que parece não se dar conta ou, simplesmente, com que aprendeu (...)

Tatiana Salem Levy

14.06.21
Leio a Tatiana Salem Levy desde o primeiro romance. Ou seja, desde A Chave de Casa, editado em 2007 pela Cotovia. Tenho, por isso, uma relação antiga com as suas "palavras doídas". Recentemente, a escritora desafiou-me a falar com ela na Embaixada do Brasil em Lisboa. Um (...)

Maria de Lourdes Modesto (a pretexto de um livro de queijos)

08.06.21
A conversa correu frente ao jardim. Fez-me acreditar que estava a ler um livro antigo. Levou-me até um tempo em que uma mulher separada no Alentejo profundo era estigmatizada. Levou-me até às verdades inconfessadas da natureza feminina – como quando diz que no fundo (...)

Amália Rodrigues

07.06.21
“E agradeço a Deus, e até peço perdão por não ser tão feliz como devia ter sido. Eu nunca consegui ser feliz. Deus deu-me tudo sem eu procurar nada. E tinha de agradecer mais a Deus e ser contente. Não sei porquê, não tenho explicação para a minha maneira de (...)

Fernando Pessoa (p/ Sr. Moitinho)

06.06.21
Vestia-se nos melhores alfaiates de Lisboa. No entanto, metia vales à caixa ou vendia livros para pagar as despesas. A Mensagem permitiu-lhe pagar todas as dívidas. No escritório tratavam-no por Senhor Pessoa. Ali era o seu lar. Ali escreveu, à noite, Tabacaria e parte (...)

Coimbra de Matos (s/ Portugal)

06.06.21
Somos inseguros, imaturos, praticantes da transgressão na sombra, além de desorganizados, individualistas, garbosos, disponíveis. Nós, os portugueses, o que esperamos do chefe, do pai, do protector, é que decida por nós, que assuma a responsabilidade por nós, que (...)