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Anabela Mota Ribeiro

António Lobo Antunes (2006)

05.03.26
António Lobo Antunes é o escritor que quer pôr a vida toda num livro, num gesto, numa expressão. Traduz, em livros inclassificáveis, a essência do humano, na sua grandeza e miséria. Nesta entrevista fala-se de generosidade, do medo, da atenção ao outro. Fala-se dos (...)

António Lobo Antunes (2008)

05.03.26
Ninguém, senão Lobo Antunes, poderia escrever a seguinte frase: um camafeu com crisântemos pintados. Ou: girinos novos e abelhas incompletas a aprenderem a ser. Tem uma voz própria. Aprendeu a ser. Ou, como ele diz: “Ninguém escreve como eu”. Lobo Antunes c’est (...)

Maria Helena Rocha Pereira

04.03.26
Nasceu em casa, num tempo que já não se respira. Um tempo em que as meninas tinham preceptoras que iam a casa, diariamente, dar a lição. A casa era um palacete, no meio de um jardim grande e bonito, no Porto. Quando aos 18 anos se mudou para Coimbra, sentiu falta do (...)

Leïla Slimani

12.02.26
Leïla Slimani nasceu em Rabat em 1981. Recebeu o prestigiado prémio Goncourt aos 35 anos. Vendeu mais de um milhão de livros no mundo todo. Vive desde há quatro anos em Lisboa. Há dois meses, convidou-me para apresentar o seu livro no Museu Nacional de Arte Antiga. (...)

Miguel Esteves Cardoso e Maria João Pinheiro

12.02.26
O MEC já escreveu que O amor é fodido. Vivia em Lisboa, em sofrimento, à beira de uma síncope. Tinha graça, juventude, hordas de seguidores. Agora está na fase de achar Como é linda a puta da vida(novo livro que colige crónicas dos últimos anos). Este é o tempo (...)

Anabela Moreira e Sónia Nunes

30.01.26
As pessoas normais não têm nada de especial? Têm. Simone de Beauvoir ficaria escandalizada com o machismo das Caxinas? Talvez. (A resposta não é categórica se olharmos para os seus amores com Jean Paul Sartre.) Que há nas Caxinas, microcosmos ao lado de Vila do (...)

Sangue do Meu Sangue

30.01.26
Cenas da vida no bairro Padre Cruz: paredes verde alface, espaço exíguo, um filho que dorme no sofá, uma natureza morta emoldurada. Objectos baratos, vozearia que chega das casas contíguas, vizinhas que vão alegremente de soutien ao quintal. Uma pobreza que não é (...)