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Anabela Mota Ribeiro

Um Filme Falado, ou o Cinema e as outras Artes

28.09.22
UM FILME FALADO: ou o Cinema e as outras Artes Ciclo de oito sessões sobre as relações do cinema com as outras artes. Cada sessão começa com uma apresentação de 15 minutos por cada uma das duas pessoas presentes, que é um modo de dar a ver e sublinhar sequências, (...)

Annie, Susana, Natalia, Tatiana: Read(S)

10.09.22
Esta manhã acordei e comecei um livro novo da Annie Ernaux. Gosto de reservar a primeira hora do dia para ler o que me apetece ler, aquilo que não está ligado ao meu trabalho, ainda que alimente e apareça sedimentado no meu trabalho. Annie Ernaux é uma escritora (...)

Os (2ºs) Filhos da Madrugada

30.08.22
Na nossa História, houve um “dia levantado e principal”, como lhe chamou José Saramago no final do romance Levantado do Chão. Os filhos dessa alvorada que rompeu com as sombras e o silêncio, aqueles que acordaram em dias de outra inteireza, são Os Filhos da Madrugada. (...)

Porque sou feminista

18.08.22
O meu nome é Anabela Mota Ribeiro, nasci em Trás os Montes em 1971. Esta frase, tão simples, contém apenas alguns elementos de identificação. É o núcleo a partir do qual vou falar convosco sobre pequenos e grandes delírios domésticos. Por doméstico vamos (...)

Bienal do Livro de São Paulo: os números - 6

11.07.22
A Bienal do Livro de São Paulo, organizada pela Câmara Brasileira do Livro, decorreu entre 2 a 10 julho, numa nova casa, a Expo Norte Center. Alguns números da 26ª edição que marca o regresso ao modelo presencial: - 660 mil visitantes - Três milhões de livros vendidos - Em média, cada visitante gastou quase 230 reais

Bienal do Livro de São Paulo - 4

07.07.22
1. Rebecca tem 36 anos, vai à Bienal do Livro de São Paulo no próximo domingo. Porque é o dia de folga e porque recebe na sexta, e quer comprar um montão de livros. Vai com a filha, que também gosta de ler. O seu pai morreu quando tinha sete anos, e lembra comovida (...)

Bienal do Livro de São Paulo - 3

04.07.22
1. Adriana Calcanhotto leu Alberto Pimenta, Ana Hatherly, Gastão Cruz, Fiama Hasse Paes Brandão, abriu com Cesariny, confessou amar o poema das rosas como bolores da Adília Lopes. Maravilhosa leitura. Voz colocada no tom certo, voz que compreende o poema, e por vezes o (...)